Estrelas
Schistó: uma estrela no coração do Douro
Em resumo
No guia de 2026, o Schistó, no Peso da Régua, foi uma das estrelas novas de Portugal. O nome brinca com o xisto, a pedra do Douro.
Vítor Matos nasceu em Trás-os-Montes, em Vila Real[3]. Durante anos cozinhou no Porto, mas o Douro nunca esteve longe. Em 2026, foi precisamente no Douro que ganhou mais uma estrela[1].
O restaurante chama-se Schistó. O nome é um jogo de palavras com o xisto, a pedra escura que marca as encostas da região[2]. Fica no Peso da Régua, dentro do hotel Torel Quinta da Vacaria[2].
Uma quinta com quatro séculos
O hotel está ligado a uma propriedade vinícola cujas origens remontam a 1616[2]. O próprio hotel tem uma Chave Michelin, a distinção do guia para alojamentos[2]. Vinho, azeite e legumes da horta da quinta entram na cozinha do restaurante[2].
Uma cozinha à vista
A cozinha é moderna e aberta, com as mesas à volta[2]. Os clientes veem os cozinheiros a trabalhar, e são eles próprios que explicam os pratos quando os servem[2]. É uma forma próxima e descontraída de viver um jantar de estrela.
Há um só menu, com 10 momentos[2]. A ideia é reinterpretar a cozinha do Vale do Douro: novas versões de sabores tradicionais, como o cozido à portuguesa, e peixes do rio[2].
Um ano de estreias
O Schistó foi uma das dez novas estrelas simples do guia de 2026[1]. No mesmo ano, o Fifty Seconds, em Lisboa, subiu às duas estrelas, e o dop, de Rui Paula, no Porto, também entrou no guia com uma estrela[1].
Para Vítor Matos, o Schistó junta-se a uma lista longa de projetos, do Antiqvvm ao 2Monkeys, passando pelo Blind, o Oculto e o Hool[3]. Mas este tem um sabor especial: é cozinha do Douro, servida no Douro.
Mais de 30 anos depois de partir para a Suíça, o chef de Jorjais voltou a cozinhar perto das suas origens. E voltou com uma estrela[1][3].
Fontes
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