Chefs estrela · Kiko Martins

Abertura

O Talho, um talho de segunda geração

Thibault Van de Sompele Por Thibault Van de Sompele 2 min de leitura Publicado

Em resumo

No final de 2012 abriu O Talho, em Lisboa: talho, loja e restaurante no mesmo espaço. Foi o começo de um pequeno império de restaurantes de autor.

  • O Talho abriu no final de 2012[1].
  • A proposta era um talho de segunda geração, com cozinha, design e produtos recriados[1].
  • Em 2015 a RTP entrevistou o chef n'O Talho[2].

Depois da volta ao mundo, Kiko Martins voltou a Lisboa com uma ideia curiosa: abrir um talho. Mas não um talho igual aos outros. No final de 2012 abriu O Talho[1].

O seu conceito era o de um talho de segunda geração[1]. Um espaço que junta cozinha, design e produtos recriados[1]. Pode-se comprar carne para levar para casa ou sentar à mesa e comê-la ali mesmo.

Carne com ideias

Para um chef que tinha estudado marketing, o conceito era tudo[1]. O nome era curto e direto. A loja e a sala conviviam. A carne era a estrela, tratada com técnica e com imaginação.

O Talho tornou-se um dos endereços mais falados da cidade. Foi lá que, em 2015, a RTP entrevistou o chef[2]. O ingrediente favorito, disse nessa conversa, era a alheira[2]. Um produto bem português, num restaurante com olhar do mundo.

Uma estrela que não veio

Em 2016, numa longa entrevista ao Observador, Kiko Martins não teve dúvidas: se O Talho estivesse noutro mercado, teria também uma estrela Michelin[3]. Mas acrescentou, com humor, que a estrela lhe assistia pouco[3]. O que importava eram as salas cheias.

O começo de um grupo

O Talho foi o primeiro de uma série de restaurantes em Lisboa. Depois vieram A Cevicheria e O Asiático[3]. Em 2016, já se falava numa equipa de cerca de 100 pessoas[3].

Cada casa com o seu conceito, mas todas com a mesma assinatura: produtos bons, histórias de viagem e uma forma descontraída de comer bem.

O nome escolhido para a casa, O Talho Parte & Reparte, dizia muito sobre o espírito do projeto[1]. Era uma forma moderna de reinventar uma loja tradicional de bairro, com a cozinha de um chef por trás e muito design à volta[1].

O talho de segunda geração tinha aberto a porta. E Kiko não ia ficar por aqui[1][3].

Fontes

Cada facto desta página vem destas fontes. Cada número no texto remete para a fonte de onde provém.

  1. Imprensa A Televisão: A Entrevista – Kiko Martins atelevisao.com · consultado
  2. Imprensa RTP: Chef Kiko: "sou fascinado pela mesa, por cozinhar" · media.rtp.pt · consultado
  3. Imprensa Observador: Kiko Martins. "Se A Cevicheria estivesse em Nova Iorque tinha uma estrela Michelin" · observador.pt · consultado