Chefs estrela · Henrique Sá Pessoa
Estrelas
Duas estrelas, numa gala em casa
Em resumo
Cerca de dois anos depois da primeira, o Alma ganhou a segunda estrela, numa gala realizada em Lisboa. O chef admitiu mais tarde que a distinção também trouxe inveja.
Há galas que se vivem de longe e galas que se vivem em casa. A do Guia Michelin Espanha e Portugal de 2019 decorreu em Lisboa[2]. Foi lá que o Alma recebeu a segunda estrela[1].
O chef lembrou mais tarde que a segunda estrela chegou cerca de dois anos depois da primeira[1]. Para um restaurante reaberto em 2015, era uma subida meteórica. A Notícias ao Minuto sublinhou que o restaurante tinha apenas quatro anos quando chegou a esse nível[2].
O lado menos bonito
Nem tudo foi festa. Numa entrevista ao Observador em 2023, Henrique Sá Pessoa admitiu que a segunda estrela trouxe muita inveja[1]. O sucesso, no meio da cozinha, também tem um preço. O chef preferiu continuar a trabalhar.
Manter é mais difícil
Ganhar uma estrela é uma conquista. Mantê-la é um teste diário. Um ano depois, na gala de Sevilha, o Alma renovou as duas estrelas no guia de 2020[2]. O chef disse que o fazia com muito orgulho e felicidade, e insistiu na palavra consistência[2].
O grupo Plateform também festejou. O seu presidente executivo falou de um enorme motivo de orgulho e do compromisso da equipa[2]. O guia descrevia a cozinha com a fórmula das duas estrelas: excelente cozinha, vale a pena fazer um desvio[2].
Uma casa nova
Anos depois, o restaurante mudou de nome e de morada. Passou a chamar-se Henrique Sá Pessoa e instalou-se num pátio perto das Amoreiras[3]. Tem uma pequena carta e três menus de degustação: Encontros, Clássicos e Costa a Costa[3].
O Guia Michelin de 2026 continua a dar-lhe duas estrelas[3]. Na lista de Lisboa, só três restaurantes estão a esse nível[4]. O rapaz que cozinhava em casa aos 14 anos está entre eles.
Fontes
Cada facto desta página vem destas fontes. Cada número no texto remete para a fonte de onde provém.