Chefs estrela · Henrique Sá Pessoa
Abertura
O primeiro Alma, um restaurante com o seu nome por trás
Em resumo
Em 2009 abriu o primeiro Alma, em Lisboa. Seis anos depois, com o grupo Plateform, o restaurante renasceu e começou a corrida às estrelas.
Em 2009, Henrique Sá Pessoa abriu o primeiro Alma, em Lisboa[1]. O nome diz muito. Era o restaurante onde queria pôr tudo o que tinha aprendido nos Estados Unidos, em Londres e em Sydney.
Um restaurante próprio é um salto no escuro. Já não há um hotel por trás, nem um grupo grande a pagar as contas. Há o chef, a equipa e a vontade de encher a sala todas as noites.
Um nome a crescer
Nesses anos, Henrique já era conhecido do público pela televisão[1]. O Alma deu-lhe outra coisa: um lugar onde as pessoas podiam provar a sua cozinha sem ser através de um ecrã. Foi o primeiro projeto com o seu nome à frente[2].
O segundo começo
Em 2015 chegou um novo capítulo. O chef juntou-se ao grupo Plateform e reabriu o Alma[1]. O grupo, fundado por Rui Sanches, viria a chamar ao Alma a sua joia[2].
A reabertura não foi apenas uma mudança de sócios. Foi uma aposta clara na alta cozinha. O objetivo, que o chef carregava desde 2007, estava agora em cima da mesa: uma estrela Michelin[1].
E não teve de esperar muito. Segundo o próprio, a primeira estrela chegou cerca de nove meses depois da reabertura[1]. Para um restaurante acabado de nascer, era um ritmo raro.
Uma casa que muda e continua
Ao longo dos anos o restaurante mudou de nome e de morada. Hoje chama-se Henrique Sá Pessoa e fica perto do Jardim das Amoreiras, num pátio entre Amoreiras e o Parque Eduardo VII[3]. Tem uma cozinha aberta ao fundo da sala e um balcão para dois[3].
Mas a ideia é a mesma de 2009. Um chef, uma equipa e uma cozinha criativa, com a alma no nome e no prato[1][3].
Fontes
Cada facto desta página vem destas fontes. Cada número no texto remete para a fonte de onde provém.